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terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Juventudes Cristãs presentes na II Conferência Nacional de Juventude
Juventudes Cristãs Presentes na II Conferência Nacional de Juventude
Brasília-DF, 11 de Dezembro de 2011 - Reju / Rede Fale / Abub / Avalanche Avalanche Missoes e as Pastorais da juventude.
Produzido por: Filipe Campos
sábado, 10 de dezembro de 2011
Inicia a 2ª Conferencia Nacional de Juventude
acontece a 2a Conferência Nacional de Juventude. Na abertura desta sexta-feira, vários ministros e representantes de outros países estiveram presentes para saudar a juventude brasileira. Com palavras de ordem, muitos jovens chegaram empolgados ao Parque da Cidade e contagiaram o auditório. Dentre as principais reivindicações estão os 10% do PIB para Educação (bandeira histórica da UNE).Se você quer saber de tudo o que acontece por Brasilia, mesmo estando longe, acompanhe a trasnmissão ao vivo:
http://www.juventude.gov.br/conferencia/transmissao-online-ao-vivo
*Max Dias é conselheiro nacional de Juventude pela Rede FALE.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
FALE e ABU Fortaleza promovem debate sobre Políticas Públicas
A juventude brasileira vivenciou, nos últimos anos, uma série de conquistas, incluindo a aprovação da Emenda Constitucional 65, que
inseriu o termo “jovem” no capítulo dos Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição Federal. Temos também o Estatuto da Juventude, em ampla discussão no Congresso Nacional, que propõe a definição dos direitos da juventude e a constituição de um sistema de juventude, estabelecendo a responsabilidade das três esferas governamentais no estabelecimento das políticas para a juventude.
Diante disso, vimos que é imprescindível o envolvimento de igrejas e entidades cristãs na elaboração e implementação das Políticas Públicas de Juventude (PPJs), através da promoção de eventos e participação nos conselhos locais e regionais de juventude. Jovens cristãos precisam discutir participação evangélica em políticas de juventude, afinal nós também somos alvo delas. A juventude evangélica apresenta um enorme potencial para mudar a realidade social devido à capacidade de organização, mas não pode reduzir sua participação à organização eclesial.
É necessário que a igreja ocupe as praças, as universidades, as favelas, os conselhos, com o coração pronto a servir e amar cada jovem, reconhecendo neles a imagem de Deus e a riqueza da diversidade representada pelo segmento.
Como cristãos, o envolvimento em discussões dessa natureza deve significar presença ativa que se dispõe a interferir em sua própria realidade, com nosso testemunho e olhar.
A Rede FALE e ABUB (Aliança Bíblica Universitário do Brasil) em Fortaleza promovem esse evento no intuito de convocar as igrejas a perceberem a capacidade de cada jovem em ser um agente de transformação. O evento pretende sensibilizar e mobilizar jovens (evangélicos) para a prática da participação cidadã e ação política. Desta maneira podemos ser igreja missionária entre os jovens e atuante na sociedade.
Com o objetivo de fomentar a articulação da juventude evangélica e a participação cidadã da mesma é que convidamos você a se fazer presente no dia 03 de dezembro às 19:00h na Igreja Betesda do Joaquim Távora (Rua Capitão Gustavo 3552 - Próximo ao Mercado), para o evento que contará com a participação do Coordenador de Juventude de Fortaleza, Afonso Tiago, que falará sobre Políticas Públicas de Juventude (PPJ).
RESUMO
Tema: Políticas Públicas de Juventudes - PPJ
Convidado: Coordenador de Juventude de Fortaleza, Afonso Tiago
Local: Auditório da Igreja Betesda Joaquim Távora
Endereço: Rua Capitão Gustavo 3552 - Próximo ao Mercado da Av. Pontes Vieira
Dia 3 de dezembro Horário: 19:00h
Evento no Facebook: http://www.facebook.com/events/131347630308793/
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Direitos Humanos: legislação, teoria e políticas públicas
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Direito à comunicação: na teoria, na prática, na crítica
Em seguida, a terceira sessão trouxe uma atividade, de Leitura Crítica da Comunicação (LCC). A seção teve uma breve apresentação teórica e histórica da LCC. “Dedicamos a maior parte do tempo a um exercício de leitura crítica de mídia, feito em cima de três vídeos no tema da juventude. Tinhamos um vídeo de um grande veículo de comunicação, e um vídeo publicitário, ambos tematizando juventude. Em cima destes foram feitas as análises. Depois, utilizamos um vídeo clipe da banda O Rappa, para ver a perspectiva como jovens – no caso músicos – oriundos de uma determinada classe social, constroem o seu local de fala através da arte", conta Priscila Vieira, que coordenou também esta sessão do curso. Ela avaliou positivamente o desenvolvimento das reflexões pelos exercícios propostos: "Os exercícios geram em nós uma determinada expectativa em relação a alguns temas que queremos que apareçam. Não apenas os temas surgiram nos debates em grupo, como vários outros foram levantados, o que enriqueceu muito a atividade toda. Os participantes conseguiram perceber, por exemplo, o uso da edição – o modo como um corte, e uma palavra destacada por ele, pode dar um determinado sentido para um vídeo. Perceberam as ausências nas matérias - de pluralidade, de versões, de fontes – e as simplificações de argumentos, de visões de mundo. Também identificaram os lugares de fala e as formas de representação de determinadas realidades nos vídeos".
Veja mais em:
+ Primeiro dia do curso de Comunicação e Defesa de Direitos
+ ECO sediará curso gratuito de Comunicação e Defesa de Direitos (portal UFRJ)
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Primeiro dia do curso de Comunicação e Defesa de Direitos
Começou hoje o curso de "Comunicação e Defesa de Direitos: um olhar crítico para a mídia e os direitos humanos", realizado em parceria pela Rede FALE e o ISER - Instituto de Estudos da Religião, com apoio da WACC – World Association for Christian Communications, do Pontão da ECO/UFRJ, e do Laboratório de Comunicação Comunitária (LECC/UFRJ), da Escola de Comunicação da UFRJ.
Priscila Vieira e Souza, membro da coordenadoria de comunicação da Rede FALE e doutoranda na ECO/UFRJ; e a Noelle Coelho Resende, advogada militante na área de Direitos Humanos e pesquisadora
associada do ISER, fizeram a abertura do curso. Em seguida, com o início da programação, os participantes discutiram suas concepções de Direitos Humanos em roda. Houve exibição de dois vídeos - com trechos de violações de Direitos Humanos e análise de especialistas, e nova rodada de discussão.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Rede FALE São Paulo lança campanha contra trabalho escravo
Um dos graves problemas que ainda precisa ser superado é o trabalho escravo. Nas áreas rurais, muitos vivem em situação de penúria, como indica relatório da Organização Mundial de Trabalho. Nas áreas urbanas, os principais casos de escravidão ocorrem na região metropolitana de São Paulo, onde muitos imigrantes são latino-americanos, que trabalham dezenas de horas diárias, sem folga e com baixíssimos salários. Apesar das recentes denúncias, a impunidade é grande e dos principais obstáculos na luta contra essas formas modernas de escravidão.
Preocupada com essa situação e com o apoio do USINA 21 - Jovens, Ideias e Transformação Social, a Rede FALE em São Paulo está promovendo um abaixo-assinado online” Fale contra o trabalho escravo em São Paulo”. Leia na íntegra, o abaixo-assinado:
FALE CONTRA O TRABALHO ESCRAVO EM SÃO PAULO
Exmo. Sr. Deputado Barros Munhoz, Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo,
Considerando o Artigo IV da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que define que “ninguém pode ser mantido em escravidão ou servidão; a escravidão e o tráfico de escravos são proibidos em todas as suas formas”;
Considerando, igualmente, as garantias aos trabalhadores urbanos e rurais previstas no art. 7o. da Constituição Federal, dentre as quais: salário mínimo; piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho; garantia de salário, nunca inferior ao mínimo, para os que percebem remuneração variável; proteção do salário na forma da lei, constituindo crime sua retenção dolosa; duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais; entre outras;
Considerando, ainda, denúncias que relatam casos de imigrantes que são submetidos a dezenas de horas diárias, sem folga e com baixíssimos salários, principalmente na região metropolitana de São Paulo;
Considerando, também, que tais denúncias retratam claramente uma violação dos Direitos Humanos e do texto constitucional;
Nós, como sociedade civil organizada e com a articulação integrada da Rede Fale em São Paulo e apoio do Usina 21 e de outras entidades e movimentos, por meio deste abaixo-assinado, reivindicamos: Instauração imediata da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar crimes de trabalho escravo nas áreas urbanas ou rurais de SP, conforme o Requerimento Nº 1479, de 2011, protocolado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo em 23/08/2011, publicado no Diário Oficial de 24/08/2011.
O trabalho escravo, que é afronta ao ser humano, é também uma afronta ao Criador, pois cremos que quando um homem ou mulher é aviltado em sua dignidade, é o próprio Deus que é desonrado. Lembramos que o trabalho dos senhores é “... defender os indefesos, para assegurar que os prejudicados tenham uma oportunidade de justiça. O trabalho de vocês é proteger os fracos, perseguir os que os exploram” (Salmos 82.3-4).
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Para saber mais sobre o assunto, veja abaixo:











