Julho foi o mês dos cursos de Férias da Aliança Bíblica Universitária do Brasil. A Rede FALE esteve junto com a ABUB e vários “Falantes” ministraram oficinas ou ajudando na logistica de cada encontro. A temática escolhida foi “Justiça seja Feita”, que visou desafiar os estudante do ensino médio e superior para um compromisso mais efetivo com o evangelho do Reino de Deus e com a transformação do mundo.
Renan Ramalho, um de nossos articuladores, afirmou que “ a presença do FALE foi importante na medida em que traduzia de maneira prática aquilo que refletíamos a luz das escrituras. Ou seja, no texto bíblico víamos um momento da história do povo de Deus, em que a iniqüidade, traduzida na injustiça social, reinava como pecado generalizado. Neste panorama, o profeta denunciava não somente a ação corrupta como também a omissão das pessoas diante daquele quadro. Desta forma, a leitura de Amós foi profética também em nossas vidas, na medida em que compreendíamos que como testemunhas de Cristo, possuímos o dever de estabelecer a ética cristã em duas dimensões: passivamente (não praticando o mal) e ativamente (promovendo a justiça). Neste sentido, o FALE foi apresentado como uma possibilidade prática de promoção dos valores do Reino de Deus na nossa sociedade”.
Miriam Prescinca, que participou do CF em Aracaju, relata que “ a temática do encontro, baseado no livro bíblico de Amós, trouxe a nós entendimento acerca da realidade da sociedade injusta em que vivemos e a consciência da responsabilidade de atuarmos com amor e justiça, pois a Palavra nos diz que “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.” (IJo.4:8) e ainda que “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.” (Tg.4:17). A prática do amor ao próximo gera justiça social e é isso que Deus quer para nós. Só agindo assim, O conheceremos”.
Ainda no Curso de Férias do Nordeste, os estudantes de ensino médio fizeram um vídeo chamando atenção para os graves problemas nas escolas:
Karen Aquino, que participou da edição do CF em Cuiabá, poeticamente escreve suas inquitações do pós encontro com uma oração:
" Senhor, meu silêncio me preocupa, ajuda-me a não me calar. As aflições mudam, mas o sofrimento continua. E eu Deus? Eu sou fraca, o pouco que posso fazer é porque o Senhor sustenta, porque o Senhor é a base. A preocupação vem primeiro de Ti. Tudo passa, mas a Tua presença é eterna e sustenta tudo, permanece em tudo. Obrigada por ser tão poderoso.
Pai, como pode para alguém ser melhor não viver ? Que tipo de vida ? Esta é a pergunta . Penso naqueles que não tem em que trabalhar. E nós dizemos: Não trabalham porque não querem, vivem no ócio. E novamente voltamos o olhar para nós, " os esforçados" - que hipocrisia! Por um só homem entrou o pecado no mundo, mas corrompeu a todos. Tem misericórdia Deus, destas pessoas que sofrem tanto, abundante é a miséria delas. E tem misericórdia de nós, que já comnhecemos a VIDA abundante e não compartilhamos. Que a dor deles seja a nossa. Obrigada porque o Senhor tem o poder de reconciliar consigo todas as coisas. Cuida Senhor destas pessoas! Se for preciso usa nossas vidas."


verbo “dialogar”. Por que faço essa declaração? Um dia desses, estava com líderes cristãos, e argumentei que precisamos dialogar com o movimento LGBT pra pensar sobre questões sobre homofobia e a PLC 122/2006, para quem sabe, pudéssemos chegar a um denominador comum, onde todos os direitos, seja por garantia de liberdade religiosa ou de garantia de proteção da vida de homossexuais, fossem garantidos. Logo fui taxado de "apoiador do pecado”, "liberal", entre outras pérolas que tentavam por em cheque minha fé evangélica.