sábado, 3 de março de 2012

FALE SP promove ação em favor do Pinheirinho

O desocupação do Pinheirinho causou a 9000 pessoas, que foram desalojadas de suas moradias e colocadas em situação de rua e tiveram suas casas demolidas com todos os seus pertences dentro delas. Foi verdadeiro massacre que não tirou a vida das vítimas, mas, que não respeitou o direito à dignidade no viver.

Ariovaldo Ramos, membro do conselho da Rede FALE, afirmou que “O motivo alegado para a prática do massacre, foi a reintegração de posse do terreno ocupado por essas 9000 pessoas a, pelo menos, 8 anos. Posse duvidosa, diga-se de passagem, porque este terreno foi propriedade de uma família que não deixou herdeiros, passando a posse do terreno, por justiça, essa, sim, legislada, para o Estado, portanto, para benefício do povo”.

A Rede FALE São Paulo, comovida com os relatos de abuso de poder do estado de São Paulo,  decidiu se mobilizar para orar pelas pessoas atingidas por essa barbárie para conseguir donativos para esses pequeninos e promover momentos de oração.

Caso você queira nos ajudar articulando sua igreja ou movimento para orar e/ou ajudar o Pinheirinho, envie um e-mail para redefalesp@gmail.com

Para saber mais, leia – Reagindo ao Massacre

quinta-feira, 1 de março de 2012

Reagindo ao massacre - Ariovaldo Ramos

Reflexão de Ariovaldo Ramos sobre a ação truculenta do governo de São PauLo no Pinheirinho.

O Bispo Ambrósio, Bispo de Milão, Itália, não deixou o imperador entrar na Igreja, para participar da missa, por oito meses! Porque, entre 388 DC e 390 DC aconteceu, na Grécia, um massacre de enormes e dramáticas proporções.

Teodósio 1, o Grande, era o imperador de Roma. Graças a uma trama política, que não foi orquestrada por ele, mas, que acabou por provocar a morte do imperador do ocidente, Teodósio, que era, originalmente, do oriente, governou um império reunificado. Foi o último imperador romano a ter essa extensão de governo.

Por volta do ano 388 DC, o Gal. Buterico era o chefe da infantaria romana que controlava a cidade de Tessalônica, cidade grega, fundada em 316 AC, que era capital de um dos quatro distritos romanos da Grécia.

Cumprindo um decreto do imperador, o Gal. Buterico mandou por na cadeia um atleta, um auriga, nome dado ao esportista que conduzia bigas, pequenas carruagens individuais, onde o condutor tinha de ficar em pé, puxadas por velozes cavalos, que disputavam corridas nos circos. Os circos eram construções semelhantes ao famoso Coliseu romano, agora, dedicadas aos esportes, e não mais às lutas dos gladiadores, e que faziam parte da vida de muitas cidades do império romano.

O atleta, cujo nome não se sabe, conduzia quadrigas, nome dado às tais carruagens quando puxadas por 4 cavalos, era muito popular; um atleta tão bem sucedido, inclusive do ponto de vista financeiro, quanto os melhores futebolistas da atualidade. A população, quando soube da prisão do atleta, se revoltou, e atacou aos romanos, e, entre outros oficiais da infantaria romana, o Gal. Buterico foi morto.

Ambrósio era o Bispo da cidade de Milão, onde o imperador Teodósio, que frequentava a Igreja, se encontrava. Conhecendo o temperamento do imperador,  Ambrósio o visitou e lhe pediu que, diante do motim, reagisse com misericórdia.                              

Teodósio, no entanto, dando a entender que havia ouvido o conselho do Bispo, fez com que se espalhasse a notícia de que Tessalônica seria perdoada, contudo, organizou a tropa, sedenta de vingança, para que, tão logo a cidade voltasse à normalidade, agisse com rigor.

A cidade, como era de se esperar, aos poucos, foi voltando à normalidade, principalmente, porque tudo dava a entender que a notícia veiculada, ainda que de modo não oficial, era verdadeira.

Os tessalonicenses, então, retomando o costume e o cultivo da paixão pelas competições esportivas, retornam ao circo, que fora o palco do que acabou por provocar o motim e a morte dos oficiais romanos.

Em determinada ocasião, quando, despreocupadamente, parte considerável da população de Tessalônica se encontrava no circo de esportes, a tropa romana, sob ordens do imperador, cercou o circo e massacrou cerca de 7000 seres humanos. Uma barbárie! Barbárie que ficou conhecida, na história, como o Massacre de Tessalônica.

Tão logo soube disso, o Bispo Ambrósio exigiu que o Imperador se arrependesse publicamente.

Algum tempo, depois de saber da exigência do Bispo, Teodósio resolveu ir ao encontro sagrado, porém, o Bispo Ambrósio saiu à porta da Igreja e impediu o Imperador de entrar para participar do culto, dizendo que ele era um sanguinário, e que se ele não se arrependesse publicamente, não teria mais acesso à missa.

O Imperador resistiu por oito meses, porém, quando se deu conta de que o Bispo não arredaria pé de sua posição, cedeu, e, oito meses depois da intimação do Bispo, o Imperador foi à Igreja vestido como penitente e, publicamente, pediu perdão por seu pecado, pediu perdão por ter ordenado o massacre.

E, embora, o mal não pudesse ser desfeito, a justiça tinha logrado êxito. Ficava, publicamente, claro que ninguém, sob alegação alguma, poderia eximir-se da justiça. Ficava claro que a lei que não serve à justiça, não serve. Ficava claro que o governo que não serve à justiça, não serve.

No dia 22 de janeiro de 2012, em São José dos Campos, São Paulo, Brasil, quase dois mil anos depois do ato do Imperador Teodósio 1, assistimos a um ato de injustiça, a uma barbárie, também, de grandes proporções: 9000 pessoas foram desalojadas de suas moradias e colocadas em situação de rua, e suas casas, nas quais já habitavam a oito anos, foram demolidas. Um massacre que não tirou a vida das vítimas, mas, que desconsiderou o seu direito à dignidade no viver.

Os tempos deveriam ser outros! É tempo de democracia, regime, onde a autoridade maior é o povo. Um regime onde o governo deve ser exercido em nome do povo, e para o benefício do povo.

O motivo alegado para a prática do massacre, foi a reintegração de posse do terreno ocupado por essas 9000 pessoas a, pelo menos, 8 anos. Posse duvidosa, diga-se de passagem, porque este terreno foi propriedade de uma família que não deixou herdeiros, passando a posse do terreno, por justiça, essa, sim, legislada, para o Estado, portanto, para benefício do povo.

Estado que, a exemplo de Teodósio, ludibriou o povo, uma vez que lhe forneceu os serviços básicos de infraestrutura, tais como, água encanada e luz elétrica.

A presença desses serviços do Estado, certamente, deu aos moradores do Pinheirinho, nome pelo qual era conhecido o condomínio residencial, a certeza de que seu direito à moradia havia sido reconhecido, assim como, havia sido corrigido o desvio de posse desse espaço de terra que, de fato, deveria ser utilizado para o benefício do povo.

Engano nada ledo! Um governador redivivo, forneceu as condições para que a injustiça solapasse o direito. E o que durou oito anos acabou em menos e oito horas.

Os moradores estavam negociando, tentando fazer valer o bom senso, já que o mero senso de justiça não foi suficiente! Que nada! As negociações foram desconsideradas! Restaram os gritos, as lágrimas e som áspero da injustiça zombando do direito. Restou a rua para idosos e crianças, para os trabalhadores e as trabalhadoras.

O governador, também, a exemplo do imperador antigo, frequenta a Igreja. O seu ato trouxe para perto de nós uma antiga história. Terá vindo com essa história, a inspiração de Ambrósio? Será que um Bispo haverá, que impeça o governador de assistir à missa, até que, publicamente, admita o seu pecado, e, arrependido, restitua aos lesados o que lhes garante o direito, o que impõe a justiça?

Tomara, como quer Deus, haja, ainda, na Igreja, sacerdotes desta envergadura! Tomara haja, nos frequentadores da Igreja, a firme disposição de não participar desses atos de injustiça, independente de como venham travestidos! Tomara, decidamos, nós, que frequentamos a Igreja, resistir, em nome da consciência, a essa e a qualquer ação similar, que mais parece, como mencionado pelo poeta, fruto de “tenebrosas transações”, que sempre está a serviço da ignomínia.

É bem possível que isso nos gere muito desconforto; que gere muita incompreensão, muita ação disciplinar; que gere muita perda de emprego; que gere muita exoneração; que gere muita perseguição. Mas, de certo, também, há de, finalmente, gerar definição, há de deixar claro onde e em quem o rito é só ritualismo e onde o rito é, de fato, culto. Há, certamente, de gerar caráter, há de recuperar o sentido do ser cristão, há de recuperar o nosso compromisso com a democracia.


Ariovaldo Ramos é pastor, filósofo, conferencista e faz parte do conselho de referência da Rede FALE

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Nota de pesar pelo falecimento de Robinson e Miriam Cavalcanti

 

Enlutada, a Rede FALE manifesta-se ante a perda do nosso irmão Robinson Cavalcanti e de sua esposa Miriam Cavalcanti.

No dia 26 de fevereiro de 2012, um dos maiores pensadores do mundo protestante perdeu sua vida de forma trágica. Com um legado impressionante, um dos principais pensadores e articuladores da teologia de missão integral sempre foi um arauto em favor da luta e em defesa dos pobres e injustiçados no Brasil.

Como um genuíno cristão, Robinson Cavalcanti ousou, em épocas sombrias de nosso país, ser uma voz profética onde a denúncia foi a tônica de sua caminhada ante a dura realidade brasileira. Sempre se prontificou a abordar temas e posturas ignorados ou desprezados por boa parte das lideranças evangélicas. Esteve à frente de seu tempo e sofreu incompreensão, mas como alguém que acredita na utopia possível do Reino de Deus, insistiu no bom combate. Soube como poucos, compatibilizar fé, ativismo, piedade e compromisso ético.

Livros escritos por Cavalcanti – como “Cristianismo e Política” e “Igreja: Agência de Transformação Histórica” – acalentaram muitos no sonho de vivermos uma fé consciente do papel transformador do evangelho e do chamado de Deus para reconciliar toda criação. O corajoso pernambucano foi um profeta que colaborou intensamente na formação de quadros qualificados para a sociedade brasileira, seja por sua inserção eclesiástica, como também em decorrência de sua carreira acadêmica. Sua trajetória como pastor, professor e militante será sempre lembrada.

Todos nós que militamos por uma Igreja relevante para o mundo e por uma sociedade que promova a justiça, acreditamos que Robinson Cavalcanti, embora morto fisicamente, viverá não apenas nas nossas lembranças, mas em nosso compromisso com a equidade e a solidariedade. Cremos que as palavras e os atos de proclamação do Reino de Deus que foram expressas pela vida de Robinson continuarão sendo colhidas com risos de alegria por todos e todas que agora choram a sua morte.

Nossa esperança é saber que essa tragédia que hoje nos abateu não nos rouba a expectativa de que "quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: 'A morte foi destruída pela vitória'" (1 Coríntios 15:54).  Essa é a certeza que tragédia nenhuma pode nos roubar.

Hoje manifestamos as nossas condolências a família e a Comunhão Anglicana. Somos gratos a Deus pela vida de Robinson Cavalcanti e de Miriam Cavalcanti. Somos gratos pelo legado e pelo exemplo que nos deixaram.

Em Cristo, nosso Redentor

Rede FALE

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Uma Voz: Movimento Mundial de Oração contra a Pobreza 2012

 

Em 2011, a Tearfund lançou a campanha Uma Voz - Movimento Mundial de Oração contra a Pobreza – conectando-se a outras pessoas que demonstram seu amor por Deus envolvendo-se na oração incessante que combina reflexão e ação. Agora, estamos nos preparando para outra semana de oração com o fim de confrontar a injustiça da pobreza mundial, em que aqueles que amam a Deus e amam o bem-estar do nosso mundo, estarão reunidos para clamar em oração por aqueles que sofrem. De 26 de fevereiro a 4 de março de 2012 estaremos unidos a igrejas e organizações ao redor do mundo na campanha Uma Voz 2012 – uma semana com potencial ilimitado para as possibilidades da ação de Deus.

Seria extraordinário ver o mover Deus através da liderança de vocës, mobilizando suas próprias redes e Igrejas para que dedicassem pelo menos um dia para Orar contra a pobreza. Todas nossas Igrejas tem um dia de oração durante a semana. Por favor coloquem em suas programações:

Clicando aqui vocë encontra todos os recursos disponíveis para esta mobilização:  http://tilz.tearfund.org/Churches/One+Voice+2012/Uma+Voz+Brasil.htm

E clicando aqui vocë encontra uma guia de oração para a semana:

http://tilz.tearfund.org/webdocs/Tilz/Churches/One%20Voice%202012/7-day%20prayer%20guide%20-%20Brazilian%20Portuguese.pdf

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Boletim Igrejas Ecocidadãs

Por Giovanna Amaral
Rio+20: do que estamos falando?


rio_20A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável ocorrerá no Rio de Janeiro de 20 a 22 de junho, quando se completam duas décadas da Rio ou Eco 92. Por isto, a Conferência é conhecida como Rio+20.
O objetivo da Conferência é “assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento (...) além de abordar os novos desafios emergentes”. Os temas da Rio+20 são
a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, e o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
A Rio+20 é um processo intergovernamental dirigido pelos Estados-Membros das Nações Unidas e Grupos Principais (ou
Major Groups, formados por nove categorias principais, através das quais cidadãos podem participar de atividades da ONU). Na página de Major Groups há informações sobre como estes grupos estão se mobilizando e como os cidadãos podem participar (como exemplo, esta plataforma de mobilização de crianças e jovens brasileiros para a Rio+20).
Antes e durante a Conferência oficial, ocorrerá a
Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, evento organizado pela sociedade civil global, entre os dias 15 e 23 de junho no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.
A Cúpula dos Povos pretende “transformar o momento da Rio+20 numa oportunidade para tratar dos graves problemas enfrentados pela humanidade e demonstrar a força política dos povos organizados. ‘Venha reinventar o mundo’  é o chamado e o convite à participação para as organizações e movimentos sociais do Brasil e do mundo”.

Mobilização Evangélica para a Rio+20: formando um "coletivo"!


Nos dias 28, 29 e 30 de novembro de 2011, a Tearfund Brasil se reuniu com organizações parceiras para iniciar o processo de mobilização e participação da igreja evangélica na Rio+20. O objetivo principal deste “coletivo” é informar e envolver a igreja nas discussões socioambientais.
E este processo de informação e envolvimento compreende o período anterior a Rio+20 (janeiro a junho) e também após, por meio de materiais informativos e atividades. Os temas que nortearão todo o planejamento/execução da mobilização serão: pobreza; água; modelo econômico e consumismo; mudanças climáticas e desastres; segurança e soberania alimentar; cidades (mobilidade).fotoecocidada
As organizações que participaram deste processo inicial foram Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB), ACEV Social, Aliança Evangélica Brasileira, A Rocha Brasil, Asas de Socorro, Diaconia, Evangélicos pela Justiça, Igreja Batista da Liberdade (SP), CLAI, Rede Fale, Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) e Visão Mundial. Instituto Marina Silva, Ultimato e Missão Base não puderam enviar suas representantes, mas, confirmaram apoio neste plano de ação coletiva.
Na próxima semana enviaremos outra edição deste boletim, com informações das atividades já realizadas em janeiro e as planejadas para os próximos meses!

 

Há 20 anos atrás

ultimato_2Em maio de 1992, por ocasião da Rio 92, a revista Ultimato publicou uma edição temática e trouxe mais de dez artigos sobre a situação do planeta, estilo de vida, ecologia bíblica. 

Acesse o material completo da edição de maio/92.

Neste ano, novamente na edição de maio, a revista Ultimato trará informações sobre a Rio+20, com posições e perspectivas – enfocando a articulação das organizações parceiras e como os evangélicos podem se engajar neste processo.
A revista também publicará entrevistas com foco em Mudanças Climáticas, Diversidade Socioambiental, Pobreza e Desigualdade e Igreja e Meio Ambiente.

+ Jejum de carbono

Dos dias 22 de fevereiro a 07 de abril (nos 40 dias que antecedem a Páscoa) a Tearfund Internacional promove o Jejum de Carbono. A campanha consiste em oração e ações diárias que contribuem para a redução da emissão de carbono.Acesse os recursos disponíveis para o Jejum de Carbono (em inglês).

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

ORAÇÃO DO PINHEIRINHO

 

"Ai dos que ajuntam casa a casa, reúnem campo a campo, até que não haja mais lugar, e fiquem como únicos moradores no meio da terra”!
Isaías 5:8


Oh, Deus, criador desse planeta vasto e Pai nosso! Grande é a Tua misericórdia e por ela clama nosso coração!


Misericórdia, Senhor, pela nossa ignorância, que desconhece a função social da terra, pela omissão daqueles que dizem ser teus, pelo silêncio de nossa covardia, pela maldade que campeia esse grande latifúndio de desigualdades chamado Brasil.
Misericórdia, oh Deus, pois somos uma nação tão grande, com tanta terra, mas mesmo assim somos um país dos sem teto e dos sem chão, dos descamisados e da exploração dos especuladores.


Misericórdia, Senhor, porque a lógica que manda em nosso Brasil é a dos poderosos que acumulam e da falsa justiça, que mantém privilégios dos abastados enquanto trata os despossuídos, filhos também dessa terra, como bastardos.
Perdoai-nos, Senhor, por que a nossa Justiça não é justa para os injustiçados.


Misericórdia, Senhor, porque usamos os órgãos de segurança pública para espezinhar, bater e violentar os que nada tem, com a desculpa de trazer “ordem”... Perdoa-nos, por que agora, lá em São José dos Campos, crianças, homens e mulheres estão literalmente entulhados porque os nossos governantes fizeram das casas desses pequeninos entulho. Oh, Deus, cortaram o Pinheirinho para crucificar os pobres!


Senhor, que a tua Misericórdia nos inspire a sermos misericordiosos e nos levante para trazer dignidade para aqueles que sofrem na pele as misérias de nosso país.
Te pedimos em nome de Cristo, nosso Senhor,


Amém

 

Caio Marçal – Sec. de Mobilização da Rede FALE

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Rede Fale São Paulo promove encontro

No dia 11 de fevereiro de 2012 ( sábado), a Rede Fale São Paulo promoverá o seu primeiro encontro desse ano.  Além de  promover comunhão entre os falantes locais, o evento também será o primeiro da rede local em que o grupo retomará sua campanha contra o trabalho escravo.

A pregação será do Pastor Ariovaldo Ramos e conta com o apoio do Usina 21.

arqcartaz